domingo, 6 de outubro de 2013

Siva Kaneswaran concede entrevista para site espanhol

Siva Kaneswaran, da The Wanted, concedeu uma entrevista para o site espanhol “20 Minutos”. Siva falou, horas antes do show, sobre a expectativa de se apresentar em Madrid, no show que aconteceu ontem (4), além de falar sobre o novo CD da banda – “Word Of Mouth” -, sobre o que diferencia a The Wanted de outras bandas, dentre outros assuntos.
Confira abaixo a tradução da íntegra da entrevista:

O jovem de 24 anos é lindo e, sobretudo, membro da The Wanted, um dos grupos do momento. Nessa sexta-feira tocam em Madri, junto a outras boybands de sucesso, como a espanhola Ayrun, no Coca-Cola Music Experience.
Entrevistador: Como se sente a poucas horas de tocar em Madri?
Siva: Muito empolgado por estar novamente na Espanha. Vai ser um show ótimo: os fãs espanhois são insanos e são capazes de converter cada show em uma experiência única.

Entrevistador: Não é, mais ou menos, a mesa coisa em todos os países?
Siva: Não. De verdade, cada lugar é diferente. Definiria o público espanhol como muito caloroso e realmente acolhedor. A Espanha é um dos países onde temos uma das melhores recepções.

Entrevistador: Como a The Wanted prepara um show?
Siva: É uma mistura de trabalho previamente realizado e de improvisação. Durante a apresentação gostamos de perguntar aos fãs o que eles gostariam de ouvir, para assim ter alguma música não prevista e fazer do show algo mais particular. Entretanto, antes de cada show nós do grupo temos uma reunião onde comentamos do que gostamos mais no momento. Um show é muito divertido, mas também é algo sério e exaustivo… Assim, nos preparamos igual se prepara um time de futebol para uma partida importante! Acredito que esse é o espírito: viver cada apresentação como uma experiência única, como se fosse o primeiro e o último, ao mesmo tempo.

Entrevistador: O que você prefere: gravar um CD ou subir aos palcos e apresentar-se?
Siva: Tento aproveitar cada um dos processos, porque mesmo sendo muito diferentes entre si, eles se relacionam. Se você quer subir em um palco e que as pessoas se entusiasmem, você tem que apresentar algo realmente bom. Para fazer com que os outros sintam algo com sua música, você deve senti-la primeiro. Compor um disco é uma longa jornada e que exige anos: não se trata apenas de compor ou escrever letras, deve-se também pensar com qual instrumento se adequa melhor cada música… Provavelmente, um show é algo mais sentimental. Menos cerebral. E, além disso, você tem uma resposta imediata dos seus fãs.

Entrevistador: Imagino que, além de tudo, seja um aprendizado.
Siva: Totalmente. Para fazer um bom show é importante ter percorrido muitos palcos, tocado diante de públicos muito diferentes… Nós temos feito isso durante esse tempo e isso se nota bastante. Não podemos nos queixar porque sempre temos tido uma acolhida magnífica, mas também temos passado por momentos de completa loucura em um palco, tanto por nossa parte como por parte de nossas fãs. O público, o bom público, dispara seu talento e isso é algo que se nota em lugares como a Espanha. De verdade, nós nos sentimos muito orgulhosos e sortudos de voltarmos a tocar em Madri. A Espanha é um lugar diferente por como nos tratam nas rádios, nos programas de televisão… Cada país é uma espécie de universo diferente e o seu país [Espanha] é mágico.

Entrevistador: Quando visitam um país vocês têm tempo de fazer programas turísticos?
Siva: A verdade é que não… Fazer um espetáculo, prepará-lo, é bastante trabalhoso. A princípio eu imaginava que poderia percorrer Madri e Barcelona, mas é complicado. Ainda assim, fazemos o que podemos.

Entrevistador: O que você faz quando não está trabalhando?
Siva: Eu gosto muito de me cuidar e faço muitos esportes. Eu gosto de ir à academia, jogar basquete e beisebol… Mas eu também adoro ir ao cinema.

Entrevistador: Em novembro, a The Wanted lançará um novo álbum – “Word Of Mouth”. Vocês revelraão muitas músicas em Madri?
Siva: Cantaremos um dos primeiros singles, isso é certo. Você verá: é um disco maravilhoso já que dedicamos muito tempo e acho que por ele dá pra notar que o grupo cresceu. Temos vivido muitas coisas, deixamos outras para trás, incorporamos novos instrumentos e acredito que a sonoridade está bastante diferente.

Entrevistador: Que músicas você gosta de ouvir? Que grupos te influenciam mais?
Siva: A música atual é muito empolgante… Adoro “AM”, o novo CD do Arctic Monkeys. É muito íntimo e acredito que é bastante diferente dos trabalhos anteriores deles. Mas também me fixo bastante no passado. Adoro soul, adoro Cat Stevens e é claro que sou apaixonado por muitas gravações da Motown.

Entrevistador: Você tem quase 900 mil seguidores no Twitter. Como você se sente com tantas pessoas te observando?
Siva: Com muita surpresa! A música mudou: já não se trata mais de apenas compor e cantar, me parece que também é preciso ter uma relação diferenciada com o público. Isso exige aprender muitas coisas e também amadurecer… Quando comecei com o grupo, há quatro anos, minha família me disse que eu deveria levar muito a sério e que não haveria uma segunda chance: se não funcionasse, eu teria que deixar a banda e rapidamente voltar a me concentrar, o quanto antes, em meus estudos. Honestamente, creio que conseguimos.

Entrevistador: Por quê? O que diferencia a The Wanted dos milhões de grupos que ficam pelo caminho?
Siva: A insistência. A coragem. E, para que algo exploda de forma tão fulminante… A sorte! A música não é uma ciência exata e nem sempre é justa. Mas, sim, exige muito trabalho. Se você visse nossa agenda, você se assustaria! É esgotante, mas vale a pena. Claro que vale a pena. Quando ficamos em frente a nossos fãs em Madri, esquecemos de tudo e pensamos: ‘faríamos o mesmo’. Faríamos um milhão de vezes mais, porque isso vale muito a pena!
Fonte:20 Minutos/TheWantedBR

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